Actividades

Dia 13 de Setembro de 2019, Sexta-feira, 08h00

Visita à  Região Vitivinícola do Dão-Viseu e às Terras do Dão:

Visita guiada ao Museu do Quartzo, no Monte Santa Luzia

Visita ao Jardim Renascentista do Antigo Paço Episcopal do Fontelo.

Resultado de imagem para jardins do paço episcopal de Fontelo, viseu
Imagem relacionada

Visita ao Solar do Vinho do Dão

Visita guiada ao espaço enoturístico do Paço dos Cunhas

(vinhas, adegas, loja e prova de vinhos, acompanhada com serviço de tapas.

Dia 21 de Setembro de 2019, Sábado, às 15h00

Resultado de imagem para paço episcopal do porto

Visita ao Palácio Episcopal do Porto (escadaria e sete salas)

O primeiro paço terá sido construído no século XII. Nele foi celebrado, em 1386, o casamento do rei D. João I com D. Filipa de Lencastre. No século XVIII, o que restava do paço medieval foi demolido e, sob projecto de Nicolau Nasoni, foi edificado um novo paço que, quarenta anos mais tarde, viria a ser engrandecido pelo bispo D. Frei João Rafael de Mendonça. As obras estenderam-se por cerca de um século. Foi sede de uma unidade de defesa da cidade durante o Cerco do Porto e albergou os livros das principais livrarias da cidade, tornando-se a génese da futura biblioteca pública  Entre 1916 e 1956, albergou a Câmara Municipal do Porto.

Dias 19 e 20 de Outubro de 2019, Sábado e Domingo, às 07h45

Resultado de imagem para palácio dos condes de anadia

Propomos, de novo, uma visita à região da Beira Baixa com um percurso de dois dias, com início em Mangualde, depois Idanha-a-Velha, Penha Garcia, Sardoal, terminando em Condeixa-a-Nova.

Visita guiada ao Palácio dos Condes de Anadia, em Mangualde –

Belo exemplar do barroco setecentista, estando o palácio, jardins, quinta e mata classificados como Conjunto de Interesse Público. Interiores, escadaria e salões são sumptuosamente ornamentados com azulejaria de meados do século XVIII.

Idanha-a-Velha

Fundada pelos romanos no século I a.C. , tendo ganho importância como apoio do eixo Mérida / Granada. Há vestígios das muralhas dos séculos III e IV. A cidade foi totalmente destruída no século V com a invasão dos suevos e viria a conhecer grande prosperidade com a conquista visigótica. Datam desta época a Catedral, o Palácio dos Bispos, as termas e a Ponte de S. Dâmaso.

Idanha foi sede episcopal do domínio suevo e visigótico desde 599. De novo destruída em 713 pelos mouros, foi pertença do reino de Leão, voltou ao domínio dos mouros a quem D. Sancho I a conquistou. A Catedral – Igreja de Santa Maria – sofreu grandes alterações ao longo da sua existência, tendo sido restaurada nos últimos anos, de acordo com a forma que lhe foi dada em finais do século XVI.

Penha Garcia

O local terá sido povoado desde a pré-história, graças às condições orográficas que facilitavam a sua defesa. A construção do castelo, dominando o profundo vale do Ponsul, frente à serra do Ramiro, terá sido iniciada por D. Sancho I que fortificou as Beiras contra os avanços de Leão, a leste, e dos mouros a sul. O primeiro foral foi concedido em 1256 por D. Afonso III. D. Dinis afectou a vila à Ordem dos Templários a que sucederia a Ordem de Cristo. O pelourinho é do tempo de D. Sebastião. As casas senhoriais, os fornos comunitários e a forja são também testemunhos da sua História.

2º Dia – Sardoal

Visita guiada, tendo como interesses principais a Igreja Matriz, com pinturas do Mestre de Sardoal, a Igreja da Misericórdia e o Convento de Santa Maria da Caridade. Data de 1313 o documento mais antigo em que é referida a povoação. Em 1509 foi foi criada a Santa Casa da Misericórdia do Sardoal. Em 1531, D. João III elevou Sardoal à categoria de vila. Na Igreja Matriz, merece especial atenção o notável políptico constituído por sete quadros do Mestre de Sardoal e os painéis cerâmicos de Gabriel D’El Barco de 1701.

Na Igreja da Misericórdia, de meados do século XVI, são de realçar o portal renascentista e o revestimento cerâmico no seu interior, do final do século XVII.

Dia 26 de Julho de 2019, Sexta-feira, às 15h00

Palestra sob o tema “O  Convento de S. Bento de Avé Maria, pela Drª. Isabel Andrade Silva, no palacete dos Viscondes de Balsemão.

O mosteiro, localizado na esquina da Praça Almeida Garrett com a rua do Loureiro, era feminino e pertencia à Ordem de S. Bento. Foi fundado por iniciativa do rei D. Manuel I em 1518 e destruido para a construção da Estação de Caminho de Ferro de S. Bento.