Actividades

Dia 8 de Fevereiro de 2019, Sexta-feira, 15h00

 

Visita ao Instituto Geofísico da Universidade do Porto (Observatório Meteorológico da Serra do Pilar), Rua Rodrigues de Freitas, Serra do Pilar. Herdeiro do “Posto Meteorológico e Casa Magnética da Cidade do Porto”, fundado em 1885, no mesmo local. No início do século XX, o posto passou a pertencer à Academia Politécnica do Porto e, na década de oitenta, passou a designar-se Instituto Geofísico da Universidade do Porto. Integra a Rede Meteorológica Nacional, fornecendo dados climatológicos e desenvolvendo investigação em Climatologia Aplicada, Riscos Naturais, Sismologia e Radiometria. Também tem uma vertente museológica já que tem uma tradição centenária de observação, medição, registo e divulgação de dados climáticos e sismológicos.

Dia 23 de Fevereiro de 2019, Sábado, às 08h30

Propomos aos nossos Associados uma visita à zona de Lousado, Caldas das Taipas e Guimarães. Assim, em Lousado, visitaremos a Ponte da Lagoncinha, sobre o rio Ave, construída no século XII. É um interessante exemplar de ponte românica. É monumento nacional desde 1943. Visitaremos a seguir a Ponte das Taipas, para alguns uma ponte romana, na ligação Braga/Guimarães, utilizada também como acesso às vizinhas termas, no tempo de Trajano. É monumento nacional desde 1926. Continuaremos para Caldas das Taipas/Caldelas, visitando a ala termal do edifício das Termas, os Banhos Velhos e a Pedra ou Ara de Trajano. Seguindo em direcção a.Guimarães, visitaremos o Campo da Ataca, em S. Torcato. Segundo a tradição foi neste local, a cerca de 5 km do centro de Guimarães, que teve lugar a batalha de S. Mamede, em 24 de Junho de 1128, assinalada com grupo escultórico de Augusto Vasconcelos.

Almoçaremos em S. Torcato e, em seguida, visitaremos a Igreja Matriz, um belo exemplar da arquitectura pré-românica, datando o primeiro templo de cerca do ano 950, construído pelos condes portucalenses. Templo de raiz visigótica, intervencionado várias vezes, mantém características do românico.

Em Guimarães, visitaremos o Centro de Ciência Viva. Inaugurado em 2015, é uma parceria de diversas entidades vocacionadas para a investigação e divulgação da ciência, entre elas a Universidade do Minho e a Câmara Municipal de Guimarães. Está instalado num edifício de arquitectura pré-industrial que foi sede da Fábrica Âncora.

Dia 9 de Março de 2019, Sábado, às 15h00

Propomos uma visita ao 17*56 Museu e Enoteca da Real Companhia Velha, em Vila Nova de Gaia, Alameda da Rua Serpa Pinto, 448. Novo projecto da Real Companhia Velha, um espaço com 3000 m2, dividido em dois pisos, com centro de visitas, museu, bar, lojas, provas e restaurantes. Este museu reúne vários objectos e documentos que testemunham a história da Companhia, criada por D. José I em 1756. Veremos o Alvará Régio, assinado por D. José, bem como a Marca de Delimitação e numerosos objectos relacionados com a produção e enriquecimento do vinho.

Dia 23 de Marçoo de 2019, Sábado, às 08h30

Retomando os temas «Rota do Românico» e «Camélias», visitaremos Lousada onde foi recentemente inaugurado o Centro de Interpretação da Rota do Românico e onde a Câmara Municipal organiza o X Festival Internacional de Camélias 2019.

O Centro de Interpretação, inaugurado em Setembro último, para além dos espaços de recepção, bar e biblioteca, apresenta uma área expositiva de 650 m2 com seis salas temáticas: Território e formação de Portugal; Sociedade Medieval; Românico; Os construtores; Simbolismo e cor; Os monumentos ao longo dos tempos. Gerido pelo Projecto Rota do Românico, em parceria com a Associação dos Municípios do Vale do Sousa, distingue-se pelo arrojo da sua arquitectura e pelas múltiplas experiências interactivas proporcionadas pelos seus conteúdos museográficos.

Faremos um breve passeio pela cidade e, após o almoço, visitaremos a exposição de camélias com o acompanhamento do Dr. Luís Xavier.

A finalizar, viajaremos até S. Tiago de Candoso onde visitaremos a Casa de Sezim, edifício brasonado, detido pela mesma família desde 1376. O edifício rural foi ganhando, através dos tempos, qualidade arquitectónica e dimensão, sobretudo a partir de finais do século XVIII, datando dessa época a imponente fachada, o traçado de três corpos em U, a capela e um amplo terreiro. Na sequência de obras de conservação e qualificação, no século XIX, trabalhou na decoração de interiores o retratista e aristocrata suíço Auguste Roquemont. Este artista fez aplicar nas paredes papel pintado proveniente da Alsácia, sendo actualmente raros no mundo os locais onde pode ser admirado.

 

Visitaremos a casa, hoje adaptada a turismo de habitação e os seus jardins, terminando com uma visita à adega e prova dos excelentes vinhos produzidos na propriedade.