Actividades

           Actividades para  Abril e Maio
Comissão de Actividades Culturais   

Dia 9 de Abril, Sábado, 10h00 

Passeio pelo Porto do Romantismo

Os jardins do antigo Palácio de Cristal são o ponto de partida pelos locais evocativos do Romantismo para um passeio pelo  Porto Romântico. Continuaremos pela Casa Tait, Rua de Entre Quintas, Vale de Massarelos até ao Hotel Vinci num passeio guiado pelo Prof. Daniel Afonso.

Dia 23 de Abril, Sábado, 8h00

Visita aos concelhos de Amarante e Marco de Canaveses

 

(Em actualização)

Visita ao Museu Mineiro de S. Pedro da Cova – incluindo visita à exposição temporária «100 Anos da Companhia das Minas de S. Pedro da Cova e um percurso pedonal, guiado, passando por vários pontos de interesse relacionados com o património geológico. O complexo mineiro chegou a integrar 14 minas, assegurando, em meados do século XX, 70% da produção nacional de carvão. Trabalhavam, por essa altura, nas minas de S. Pedro da Cova, cerca de 1800 pessoas. Com a crescente utilização de outras fontes de energia, como a hidroeléctrica e o petróleo, o carvão foi perdendo importância e as minas acabaram por ser desactivadas em Março de 1970.

A partir de 1974, as gentes de S. Pedro da Cova, conscientes da sua identidade e, desejando manter o testemunho do seu passado mineiro, mobilizam-se para a conservação de documentos, utensílios e estruturas ligadas à sua actividade de mais de 170 anos. A autarquia adquiriu uma das “casas da malta” (alojamento de mineiros vindos de outras regiões) e, em 1989, inaugurou o Museu Mineiro, para preservação, valorização e divulgação do património geológico e mineiro de S. Pedro da Cova.

 

Dia 11 de Março, Sexta-feira, 9h00

Visita à Rota da Filigrana, em Gondomar, – ao Centro de Formação Profissional da Indústria de Ourivesaria e Relojoaria (CINDOR), a uma oficina tradicional e ao Museu da Filigrana, na Casa de Gramido. Localizada junto à cidade do Porto, Gondomar é conhecida como a Capital da Ourivesaria em Portugal – a presença da exploração mineira do ouro na região vem desde os povos pré-romanos, intensificando-se durante a presença romana, com a exploração de minas espalhadas nas serras de Pias e Banjas.

A Rota da Filigrana, que pretende dar a conhecer e valorizar os ourives de Gondomar, é constituída por sete oficinas tradicionais , o CINDOR (único Centro de Formação  Profissional especializado em ourivesaria em Portugal) e a Casa Branca de Gramido – edifício histórico, sobranceiro ao rio Douro, onde está patente a exposição do Espólio Municipal de Filigrana e onde funciona o Posto de Turismo de Gondomar.É um edifício histórico porque nele foi assinado, em 1847, a Convenção de Gramido, documento que pôs fim às guerras entre liberais e absolutistas e às sublevações populares que ficaram conhecidas como Maria da Fonte e Patuleia.

 

Dia 26 de Março, Sábado, 7h45

Retornando ao Alto Minho, propomos algumas visitas no concelho de Melgaço – Visita pedonal no centro histórico, com visita ao Museu de Cinema Jean Loup Passek e Solar do Alvarinho; visita à Queijaria Prados de Melgaço.

No centro histórico, destaca-se o castelo mandado construir por D. Afonso Henriques em 1170, de que apenas restam a muralha e a torre de menagem., a Igreja Matriz, cuja primeira construção data de 1187, a Igreja da Misericórdia, do século XIII, a Casa do Consistório e o edifício do século XVII que já foi cadeia e hoje é o Solar do Alvarinho.

O Museu de Cinema Jean Loup Passek foi inaugurado em 2005. O seu espólio foi doado ao Município por J. L. Passek, realizador francês, antigo director do departamento de cinema do Centro Georges Pompidou e é constituído por lanternas mágicas, máquinas dos primórdios do cinema, cartazes e filmes.

Saindo de Melgaço, iremos visitar a Queijaria Prados de Melgaço, na Quinta do Moinho, Lugar de Malhagrilos, onde se poderão apreciar métodos de produção de queijo de cabra.

Continuaremos a viagem em direcção a Castro Laboreiro, onde se almoçará.

Vila de Castro Laboreiro está “deserta” e sob um “silêncio total”

Após o almoço, far-se-á um percurso pedestre, guiado, com passagem pelos seguintes locais: Igreja Matriz, Cruzeiro e Pelourinho, Núcleo Museológico, Cascatas e Moinhos, Ponte Romana e Canil do Cão Castro Laboreiro. A mais antiga referência a Castro Laboreiro data de 1134 – era então vila e sede de concelho. qualidade que manteve até 1855. Merece uma visita a Igreja Matriz de traça pré-românica, bem como o Pelourinho de século XVI.

Com a visita ao Núcleo Museológico, poderemos imaginar o que eram as vivências destas populações, as suas deslocações entre as brandas e as inverneiras com os seus rebanhos e a sua vida comunitária em torno dos fornos, moinhos e espigueiros que a todos pertenciam.

Saindo de Castro Laboreiro, faremos uma paragem em Lamas de Mouro para observar a beleza natural. De regresso ao Porto, far-se-á uma rápida visita à aldeia de Branda de Aveleira, onde existem cerca de 80 cardenhas, parte delas usadas para alojamento turístico de montanha.