Actividades

Dia 11 de Setembro de 2021, Sábado, 15h00

Visita à Associação Hortus Conclusus, com o Professor Luís Xavier, onde decorrerá uma oficina de Plantas Aromáticas e Medicinais (PAM)

Objectivos: Identificar plantas aromáticas e medicinais; conhecer algumas das suas propriedades; adquirir técnicas de manutenção em contexto urbano; apreender técnicas de propagação; saber utilizar as PAM em infusões; conhecer de forma simples e utilitária a utilização das plantas medicinais na culinária; conhecer práticas de sustentabilidade com a utilização das PAM.

 

Dia 25 de Setembro de 2021, Sábado, às 8h30

Propomos retornar à Região de Aveiro e, sob o tema “Arquitectura”, visitar: o Museu Aberto de Arquitectura Contemporânea Portuguesa da Universidade de Aveiro – os espaços exteriores do edifício da Antiga Fábrica de Cerâmica Jeronymo Pereira Campos – o edificado Arte Nova de Aveiro, terminando a visita com um passeio de barco moliceiro nos canais da ria de Aveiro… 

 

 

 

 

 

A Universidade de Aveiro agrega o Campus Universitário de Santiago e o Campus do Crasto, em Aveiro e os polos de ensino de Águeda e de Oliveira de Azeméis, formando o trio de cidades UA. O Campus do Crasto fica na continuidade do Campus de Santiago que é composto por cerca de 40 edifícios.     

Nas proximidades da UA, faremos um breve percurso junto à Antiga Fábrica de Cerâmica Jeronymo Pereira Campos, fundada em 1896 e ampliada e modernizada várias vezes, tendo a sua actividade sido transferida para outro local em finais da década de 1960. Preservou-se o bloco central onde desde 1995 está instalado o Centro Cultural e de Congressos de Aveiro. Defronte foi construído um espelho de água.

Seguir-se-á uma visita guiada com início no Museu Arte Nova e depois um percurso pelo edificado Arte Nova de Aveiro, considerada uma rota turística e 

distinguida como a cidade museu da Arte Nova em Portugal. Aveiro é membro da Reseau Art Nouveau. Para terminar o dia, um passeio de barco pelos principais canais da ria de Aveiro: Canal Central, Canal do Côjo, Canal das Pirâmides e Canal de São Roque.

 

Dia 2 de Outubro de 2021, Sábado, às 10h00

Percurso pedonal, “Da Sé à Ribeira”, guiado pelo Dr. Daniel Afonso – pelas veredas do Morro da Penaventosa

A ligação do velho Portus, local de acostagem de embarcações, com a Cale, a primitiva acrópole portuense. O bairro ribeirinho da cidade, os seus arruamentos e fisionomia. A vida urbana na zona ribeirinha da cidade.

Num promontório granítico alcandorado sobre o Douro, o morro da Penaventosa foi, desde tempos imemoriais, espaço privilegiado de fixação humana. O morro era lugar alto, escarpado e de fácil defesa. As condições naturais, ofereciam, ao mesmo tempo, uma enseada apropriada à criação de um porto seguro virado a sul…

 

Dia 16 e 17 de Outubro de 2021, Sábado e Domingo, 7h30

Retomando as actividades mais longínquas, propomos voltar à região do médio Tejo e alto Alentejo e visitar: Abrantes, Belver, Castelo de Vide e as ruínas da cidade romana de Amaia

Iniciaremos o plano de visitas em Abrantes, com uma visita guiada, pedonal, para conhecer os pontos mais representativos da cidade e a sua relação com o rio Tejo

–  O castelo de Abrantes, o Museu D. Lopo de Almeida, instalado na Igreja de Santa Maria do Castelo e passagem pelas Igrejas de S. João Baptista e da Misericórdia. Pela importância que o rio Tejo tem para a cidade, pretende-se visitar o “Parque Tejo – Aquapolis”…

– Seguir-se-á para Belver onde se visitará o castelo, os seus dois museus e bonitos locais à beira rio. Em Belver podemos visitar o Núcleo Museológico das Mantas e Tapeçarias e o Museu do Sabão, ambos ligados a actividades tradicionais da população.  A bonita praia fluvial do Alamal, na margem sul do Tejo, com o castelo de Belver de vigia, merece uma visita. O passadiço que une a praia à ponte de Belver, com 2 km de extensão, permite um saudável passeio.

No fim da tarde, instalação no hotel e jantar, em Castelo de Vide.

2º dia (16/10)

Visita guiada, pedonal, em Castelo de Vide, tendo como base a sua ligação ao passado longínquo – o castelo e a judiaria – mas também ao passado recente e ao presente, ligados pela importância da água – as fontes e as estâncias termais / a água de Castelo de Vide / água Vitalis

O castelo, de planta quadrangular, acompanhando o acidentado do terreno, foi ao longo dos tempos sofrendo alterações. As intervenções mais profundas são as determinadas pela guerra da Restauração, com a construção de um forte e muralhas com baluartes para protecção da vila cujo perímetro se alargara.

Há notícia da existência de judeus em Castelo de Vide desde o século XIV. Viviam num bairro próprio e vestiam de forma diversa dos cristãos, mas a convivência era pacífica.  A sinagoga data do século XIV, tendo sofrido grandes alterações no século XVIII.

O  turismo, o termalismo e a comercialização de águas minerais trouxeram  projecção e riqueza a Castelo de Vide, sobretudo a partir de meados do século XX, tendo a vila crescido muito para fora das muralhas.

Após o almoço viajaremos um pouco mais para sul, para visitar as ruinas da cidade romana de Ammaia e o seu museu monográfico onde estão expostos os achados arqueológicos recolhidos no local entre 1995 e 2006.

Terminada a visita, regresso ao Porto

 

Dia 23 de Outubro de 2021, Sábado, 11h00

Visita guiada à Exposição “Azul e ouro: esmaltes em Portugal da Época Medieval à Época Moderna”, patente no Museu Nacional Soares dos Reis

Esta exposição traz ao Porto peças produzidas entre os séculos XII e XIX, vários tesouros nacionais de colecções portuguesas e internacionais, com peças da colecção de Fernando II, da colecção Palmela e da colecção do Conde Daupias, hoje dispersas por museus como o Metropolitan, o Victoria & Albert ou o Petit Palais.